Escrita com Escuta


Escrita com Escuta é um processo terapêutico que utiliza a escrita terapêutica como ponte para o autoconhecimento.
Não é psicoterapia, mas também não é um curso de escrita. É um acompanhamento individual, estruturado com começo, meio e fim, onde a palavra vira ferramenta de contato com você mesma.

Funciona assim: começamos com uma conversa inicial (via vídeo) para que possamos traçar os principais objetivos que guiarão a nossa exploração. Em seguida, ao longo das semanas, te sugerirei temas propostos com cuidado mediante ao seu relato e intenção, que serão desenvolvidos por você em um texto (ou textos) ao longo da semana. No encontro seguinte (via vídeo), falaremos sobre a sua escrita e, sobretudo, o processo que você experienciou. A escuta clínica, acolhedora e reflexiva (que naturalmente faz parte de um processo terapêutico) emoldurará os nossos encontros, bem como técnicas suportivas e reflexivas para que você possa se observar ainda mais atentamente. A escrita é sua, mas você não atravessa isso sozinha.

Esse processo pode ajudar quem:

  • Gosta de escrever, e gostaria de utilizar a escrita como ferramenta terapêutica mas não sabe como;
  • Quer nomear emoções, compreender padrões e encontrar novas formas de se relacionar consigo mesma;
  • Já fez psicoterapia em outro momento, sente que já tem os recursos necessários para lidar com suas questões, mas quer uma nova ferramenta para seguir trabalhando o autoconhecimento;
  • Deseja conhecer mais sobre si, embora não deseje (ou não possa) se engajar em um processo psicoterapêutico longo no momento.

Ao longo dos encontros, a gente constrói juntas um caminho de cuidado com palavras que não precisam ser perfeitas, mas sim verdadeiras. E quando o ciclo se encerra, você sai com mais clareza, sentido e presença.

Perguntas Frequentes:

1. Esse processo é uma forma de psicoterapia?
Não. O “Escrita com Escuta” é um processo que visa o aprofundamento em UMA ferramenta terapêutica, mas que não substitui a psicoterapia. É um acompanhamento pontual e estruturado, com começo, meio e fim, voltado à elaboração emocional e ao autoconhecimento através da escrita.


2. Já faço terapia. Posso participar mesmo assim?
Depende. Dois processos terapêuticos simultâneos podem mais confundir do que ajudar, especialmente se forem conduzidos com enfoques diferentes. Mas se você já está em terapia e tem interesse, me envie uma mensagem. Posso te orientar e sugerir uma versão adaptada, que complemente seu processo atual sem sobrepor.


3. Estou passando por uma fase muito difícil. Esse processo é indicado para mim?
Se você está vivendo um sofrimento intenso, recorrente ou que compromete sua rotina (como crises de ansiedade constantes, depressão severa, luto recente, afastamento do trabalho, e etc), o indicado é iniciar um processo de psicoterapia contínua.
A escrita pode ser uma ferramenta complementar, mas, nesses casos, não deve ser a única. Cuidados profundos pedem um acompanhamento contínuo, com escuta e vínculo terapêutico estabelecido.


4. Como o processo acontece, na prática?
Após a inscrição, você recebe as primeiras orientações e começa a escrever de acordo com temas e estímulos que vou te enviar. A cada etapa, eu devolvo uma escuta e reflexões, com perguntas, acolhimento clínico e outras sugestões.
É um processo individual, íntimo e respeitoso, feito com tempo e cuidado.


5. Não escrevo bem. Isso é um problema?
De jeito nenhum. Não estamos buscando beleza, estilo ou correção gramatical. Estamos buscando verdade.
Se você consegue escrever como manda um áudio para uma amiga, você já consegue participar. O importante é ter vontade de se escutar.


6. Como saber se esse processo é pra mim?
Talvez seja pra você se:

  • Você sente que está em movimento, mas quer nomear o que está vivendo;
  • Gosta de escrever ou se sente confortável se expressando por palavras;
  • Está em busca de mais clareza, presença e sentido, sem a estrutura de uma psicoterapia tradicional;
  • Precisa de um espaço íntimo, com escuta real e sem pressa.

7. Quantos encontros são?
O processo tem um número definido de trocas (8 encontros, sendo 1 encontro por semana). Isso permite que ele seja pontual, mas profundo. E claro: se quiser continuar depois, podemos abrir um novo ciclo juntas.


SOBRE A ESCRITA:

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